Aliança Francesa do Recife

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Comecei a estudar na aliança no jardim da infancia quando ela foi fundada em recife minha mãe tendo sido 1 das fundadoras. adolescente voltei a estudar com excelentes professores Licari, Luzila e o saudoso Cristophe Buresi, foi sem dúvida 1 dos melhores momentos de minha vida. Quando fiz vestibular de direito e Sociologia consegui a melhor nota da turma , média 10. o francês foi utilíssimo em minha vida, sobretudo em minhas viagens a Europa. Meu filho Joca Pontes estudou o intensivo da Aliança em Paris, antes de cursar a Escola Superior de Gastronomia de Paris.

14 de outubro de 2011 - joão guilherme de pontes

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Meus Prezados,
Estive ontem, quarta-feira, 18/05/2011, na Torre Malakoff, no coquetel de abertura da exposição de fotografias do francês conhecido como Brassaï (Gyula Halász), nascido na Hungria. A exposição é belíssima! Um elemento central da beleza, a simetria, emerge de forma fractal (auto-similaridade). Seja na disposição das fotografias na exposição, seja no jogo de luzes, sombras, reflexos, etc., seja nas composições, e nos elementos urbanos da Paris ao redor dos anos 1930, sempre à noite. Numa das salas, os ambientes, os cenários, as luzes, a arquitetura, etc., da sempre deslumbrante e espetacular Paris. Na outra, alguns personagens se insinuam nestas cenas, incluindo múltiplos reflexos, tudo compondo uma relação entre o homem e seu ambiente, numa perspectiva antropológica, sociológica, humana, enfim, que a noite amplia a partir, talvez, de sonhos. Saltou-me aos olhos a Tour Saint-Jacques, com suas gárgulas compridas, como que ejetando-se no espaço, onde Blaise Pascal repetiu a sua experiência do puy de Dôme (um vulcão no Massif Central) sobre a pressão atmosférica e o peso do ar. Minha formação, de forte influência cartesiana, procurava decompor os diversos elementos, para depois uní-los num só todo. Fui rapidamente tomado por um processo de amalgamação, que coloca tudo num estado único de pura beleza. Lindo! Tive ainda a sorte de encontrar-me, na exposição, com o cônsul da França em Recife, o Sr. Yves Lo-Pinto Serra, que me acompanhou na visita, tecendo considerações e dando diversas explicações sobre a obra, e, naturalmente, sobre Paris e os franceses. Venham vocês também e tragam seus parentes e amigos para visitar a exposição e se deixarem envolver nesta aura. Recomendo fortemente. Trata-se de uma oportunidade cultural rara em Recife. A exposição vai até o dia 20 de junho, de terça a sexta, das 9h às 17h, e domingo, das 15h às 19h, na Torre Malakoff, no Recife. Um grande abraço,

23 de maio de 2011 - Fernando Campello

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“Estudei na Aliança Francesa durante cinco anos (1987 a 1991). Foi quando aprendi a ler, escrever, falar e a gostar de tudo que dizia respeito à língua francesa. Aprendi tudo muito rapidamente por causa da metodologia de ensino e, também, dos seus excelentes professores. Em 2008 retomei meus estudos na Aliança e percebo que ela está melhor do que antes, pois além de ainda contar com excelentes professores, conta com salas de aulas bem equipadas, com uma midiateca com inúmeros livros, filmes, CDs e revistas, além da promoção de eventos os mais diversos a fim de aproximar os alunos cada vez mais da cultura francesa. Em 2009, pude colocar em prática tudo que aprendi na Aliança Francesa, quando sozinho tive a oportunidade de passar trinta dias na França e conhecer Bordeaux, Saint-Émilion, Arcachon, Toulouse, Blagnac, Marseille, Cassis, Chamonix Mont-Blanc, Lyon, Tours, Onzain, onde aluguei uma bicicleta (Loire à Vélo) por cinco dias e visitei os châteaux, os mais famosos do Vale do Rio Loire. Para finalizar a minha viagem, conheci o Mont Saint-Michel e Paris, onde passei dez dias. Não tive problema algum para me comunicar com os franceses e a minha viagem à França foi o teste para comprovar que na Aliança se aprende de forma fácil e agradável a língua francesa”.

5 de maio de 2011 - Carlos Alberto Monte

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“Sempre gostei muito de viajar e conhecer culturas diferentes e quando surgiu a oportunidade de realizar um mestrado na França, embora não soubesse nada de francês, não pensei duas vezes. Tive muita dificuldade no começo, mas ao final de um ano conseguia me comunicar, mas escrever ainda era um suplício. Ao retornar decidi tirar o certificado de proficiência e entrei na Aliança para sedimentar e aprofundar o meu nível de francês. Tenho que confessar que simplesmente adorei a atmosfera da Aliança, pois me trazia boas lembranças dos tempos que passei na França. Os professores são atenciosos e estão sempre disponíveis para nos ajudar. O bistrô com seus crepes, quiches e sobremesas é simplesmente fantástico. Sempre há eventos culturais promovidos pela Aliança, inclusive participei das festividades do ano da França no Brasil onde fui indicado pela Aliança para acompanhar a Jeanne Cherhal em shows com Fernanda Takai em Recife e com Tom Zé em São Paulo. Quando retornei a Paris no ano seguinte, assisti a um show da Jeanne no Bataclan e ainda fui convidado para a after-party V.I.P.! Consegui não só meu diploma de proficiência, mas cultivar amizades e interagir com o mundo francês. Verdadeiramente uma experiência única, que só a Aliança pode proporcionar!”

28 de março de 2011 - Vítor Schwambach

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Não tenho dúvidas sobre gostar de estudar na Aliança Francesa. O método de ensino, os professores, a estrutura e a organização da instituição são pontos decisivos na aprendizagem de uma língua, e a Aliança Francesa atende a cada uma dessas exigências, além de promover projetos culturais visando à aproximação dos alunos à realidade cultural na França, o que, sem sombra de dúvidas, facilita a aprendizagem, o entendimento e desperta o interesse pela língua. Além disso, a Aliança Francesa é uma instituição reconhecida internacionalmente, contando com vários convênios com outras instituições de ensino e propiciando aos alunos novos horizontes de ensino e de trabalho. Estou muito satisfeita de estudar na Aliança Francesa e recomendo-a a todos aqueles que também querem estudar francês.

22 de março de 2011 - Bruna Mattos

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“É muito bom você estudar em um local que conta com uma ótima infra-estrutura, desde uma biblioteca recheada com filmes e livros em francês até uma sala de aula com equipamentos modernos para uma aula mais interativa. Também é essencial contar com uma equipe de profissionais altamente qualificada, com um atendimento simpático e descontraído, com professores capazes e dispostos a lhe ajudarem a todo momento. A Aliança Francesa é esse lugar, onde eu me sinto extremamente auxiliada e motivada a aprender a língua francesa”.

11 de março de 2011 - Larissa Arruda

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Tenho boas lembranças de meu tempo na Aliança Francesa do Recife, onde comecei meus estudos em 1988, quando nem pensava em ser diplomata.
Apesar de, na minha opinião, o inglês e o espanhol terem mais importância relativa para o serviço exterior brasileiro, poder entender e escrever francês, ademais de conhecer um pouco mais da história e da cultura francesas em geral, é, sem dúvida, um diferencial positivo. Além disso, tenho ótimas lembranças de meus colegas, professores e funcionários da Aliança do Recife, que sempre souberam deixar o ambiente de aprendizado muito mais agradável.

8 de março de 2011 - Marcelo Gameiro de Moura

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